NUMEROLOGIA DO SEU NOME
Devido a muitos pedidos, vamos falar de um novo serviço disponível em nosso site.
Transliterar um nome para o Hebraico e calcular sua Guimátria (Numerologia)
No Judaísmo, quando analisamos o valor energético-espiritual de um nome através da Guimátria (Numerologia), trabalhamos sempre com o nome hebraico da pessoa junto com o nome da mãe.
Isso vem da tradição cabalística de que a neshamá — a alma — é identificada no mundo espiritual através da combinação “Ploni ben/bat Plonit” (Fulano, filho/filha de Siclana).
Não utilizamos sobrenomes. O foco é sempre o nome próprio, simples ou composto, e o nome da mãe, pois é através dela que a alma desce ao mundo
- Transliterar o nome para o Hebraico
Quando alguém não tem nome hebraico, fazemos um processo cuidadoso chamado transliteração, que consiste em:
- Converter cada som do nome latino ao fonema hebraico mais próximo.
“Carlos” → קארלוס, “Daiane” → דיאנה
- Respeitar a pronúncia real, não a ortografia brasileira.
Por isso “Fábio” e “Fabio” se escrevem igual: פאביו
- Evitar adaptações forçadas.
O objetivo não é criar um “nome judaico novo”, e sim representar o som real usando letras hebraicas.
- Em nomes compostos, cada nome mantém seu valor, mas são somados apenas no final:
“Ana Clara” → אנה קלארה
- Calcular o valor da Guimátria (numerologia)
Depois da transliteração correta, atribuímos a cada letra seu valor: Somamos o valor total do nome da pessoa + do nome da mãe.
Exemplo fictício:
“Daniel” → דניאל = 95, “Sara” → שרה = 505 - Resultado: Daniel ben Sara = 600
Esse número é o que usamos para análises cabalísticas, verificações de afinidades espirituais, explicações profundas e comparações entre palavras, versículos e conceitos da Torá — sempre com dupla conferência, conforme seu método.
- Por que não usamos sobrenomes?
Sobrenomes são construções históricas e sociais. A alma não “chega” ao mundo através deles. Na Cabalá, o que define a identidade espiritual é: o nome da pessoa, que expressa sua essência; o nome da mãe, que expressa sua origem da vida e o canal pelo qual a alma recebeu vitalidade. A soma desses dois nomes cria o “código vibracional” usado em orações, bênçãos, refuá, análise numerológica e estudo místico.
- A Guimátria como assinatura espiritual
A combinação final “Fulano filho/filha de Siclana” funciona, na visão cabalística, como: uma assinatura espiritual,
um código identificador único, um mapa da origem e do propósito da alma.
E tudo começa com um ato simples, mas extremamente técnico e sagrado: transliterar corretamente e calcular seu valor!

